Arquivo da categoria ‘Cinema’

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Os Vingadores

maio 1, 2012

Não sou crítica de cinema e muito menos especialista em quadrinho (li poucos, na verdade e até gosto mais da DC – sorry), mas adoro comentar os filmes que eu vejo, principalmente quando são MUITO bons, e Os Vingadores – The Avengers (esse nome português é tosco) é FANTÁSTICO!

Vou colocar as minhas considerações, mas está cheio de spoiler, por isso se já viu me conta o que achou, se não viu não leia ou não brigue comigo depois: Read the rest of this entry ?

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Filme ruim de trailer bom

abril 24, 2012

Uma das minhas partes preferidas de ir ao cinema é: ver trailer! Gosto mesmo e fico arrasada quando chego atrasada. Pra mim, editar um trailer é uma arte porque:

* Tem que apresentar a história sem contar a história

* Tem que te fazer querer ver o filme

* Tem que mostrar boas partes dando aquele ar de que o melhor está por vir

Pois bem, tem aqueles filmes que você já sabe que vai ser ruim só de ver o trailer, porém o contrário também acontece. Há um tempo atrás, a Thahy teve a ideia de fazer um tumblr sobre isso: Trailer bom, filme ruim. Não sei porque não levamos pra frente, mas semana passada estive no evento sobre The Avengers na Livraria Cultura e alguém comentou que o trailer de Homem de Ferro 2, se não me engano, era melhor que o filme, daí lembrei disso.

E, toda vez que me decepciono com um filme tendo gostado do trailer, lembro de “O 13º Guerreiro”:

Quando vi esse trailer pensei: Massa, uma história que envolve romance proibido, reis, guerreiros e… Fui enganada. O romance do trailer não dura 5 segundos no filme, que aliás é só aquela cena mesmo e pronto. O resto é uma história enfadonha e cheia de absurdos que me fez dormir no cinema!

E vocês? Em qual filme vocês se sentiriam “traídos” pelo trailer?

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Oscar 2012

fevereiro 26, 2012

Chegou o grande dia da Festa do Oscar e graças ao feriadão do carnaval (e à internet) consegui ver todos os filmes indicados a Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Atriz. Resolvi comentar o que achei de cada um e qual minha torcida (mesmo aqueles que acho que não vão levar o prêmio). Obs: Não sou crítica e nem entendo de cinema, é apenas uma opinião de quem gosta de cinema e da festa do Oscar. #)

Melhor filme

   Meia-Noite em Paris: Com uma das melhores atuações de Owen Wilson, esse filme me               encantou. Fiquei fascinada pela histórias de Paris dos anos 60 e todos os seus artistas. Foi o meu favorito por um tempo. (****)

   A árvore da vida: Um dos melhores filmes que já vi, embora entenda o fato de muita gente não ter gostado ou até mesmo ter estranhado. O filme conta com uma sensibilidade enorme a trajetória de um menino se tornando homem. Não é o meu escolhido, mas merecia o prêmio. (*****)

  Vidas Cruzadas: Receita de bolo pra ganhar o Oscar: Assunto polêmico + ótimas atuações + drama + muito choro. Não digo que não gostei, mas não merece o prêmio (e talvez nem a indicação). Destaque para a atuação de Viola Davis. (***)

  Os Descendentes: (Spoiler) Por que um cara vai atrás do amante da sua mulher pra avisar que ela vai morrer? Por quê? Não faz sentido, mas sem isso não teria história pra esse filme. Vale a pena conferir pelas ótimas atuações de George Clooney e Shailene Woodley. (**)

  Cavalo de Guerra: Confesso que só assisti porque foi indicado e eu queria ter uma opinião sobre. Talvez por achar que seria tão ruim acabei tendo uma agradável surpresa, o filme não é de todo ruim. O maior problema é criar situações desnecessárias só pra esticar uma trama cheia de coincidências e absurdos. O mais legal do filme é o cavalo e olha que nem gosto de filmes com animais (não me julguem). Também não entendi sua indicação. (**)

O homem que mudou o jogo: Cada vez tenho gostado mais dos filmes do Brad Pitt (e ele está muito bem nesse). Sempre gostei de filmes baseados em fatos reais e mesmo não gostando de Baseball (acho sem graça) fiquei tensa com a cena de uma partida importante no filme (cheguei a me emocionar, mas sou manteiga derretida e choro muito em filmes). (****)

A invenção de Hugo Cabret: Teve muito burburinho a respeito desse filme, sei que é o preferido de alguns, mas achei a trama fraca. Assim, é LINDO, faz uma linda homenagem a história do cinema, tem um grande elenco, recomendo e tudo mais. Mas a trama da história do pequeno Hugo poderia ter sido melhor. (***)

Tão forte e tão perto: Eu estava ansiosa por ver esse filme desde quando vi seu trailer pela primeira vez. Fui ao cinema só, no dia da estréia e me emocionei bastante. Muita gente me perguntou se era mais um filme endeusando os americanos pelo 11/09, mas não é. A tragédia só serve de plano de fundo, o foco é nas pessoas e no sentimento de perda. Mereceu a indicação e é um dos meus favoritos. (*****)

Meu favorito –> O Artista: O filme é mudo e é em preto e branco. Ao dizer isso uma pessoa me perguntou: “E você conseguiu assistir todo?” Não tem como não assistir, você se encanta pela história e pela forma como é contada.  Como Pablo Villaça acrescentou em sua crítica, chega a ser “uma declaração de amor ao próprio cinema”. É um dos mais cotados para receber o prêmio. (*****) 

Melhor Atriz e Melhor Ator

Só falarei dos meus preferidos porque me estendi demais.

Rooney Mara, por O homem que não amava as mulheres. O filme é fantástico e ela rouba a cena. Mesmo achando que Meryl Streep (pelo enfadonho A Dama de Ferro) vá ganhar (e merece) e também considerando o trabalho espetacular de Glenn Close (Albert Nobbs), minha torcida é da Rooney Mara por ter conseguido mostrar o lado doce de uma personagem extremamente hostil. E também porque adorei o filme =P.

   Jean Dujardin, por O Artista. Tá, George Clooney foi ótimo no papel do pai corno e Gary Oldman no papel do espião, mas não tem como não torcer pelo magnífico trabalho de Jean Dujardin e seus trejeitos de astro do cinema mudo.

E vocês (se é que alguém conseguiu ler tudo), pra quem e quais filmes estão torcendo? =)

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Up – Altas Aventuras

setembro 22, 2009

 

Eu amo filmes da Pixar, e já digo há muito tempo que não são apenas filmes infantis, trazem humor e emoção também aos adultos. Up conta uma história de sonhos não realizados, frustações, perdas e descobertas. Não quero fazer uma resenha, nem uma crítica ao filme… Prefiro falar do que senti. Ultimamente tenho andado muito amargurada, me vendo sem saída e em uma determinada cena do filme o protagonista percebe que tem que seguir adiante, e isso me fez pensar. Me emocionei muito (leia-se me acabei de chorar) e mais uma vez percebi que temos que viver cada sensação e depois buscar novas aventuras… Deixar o que passou pra trás para poder abraçar o novo. Ainda está muito recente, mas vou conseguir…

Quem quiser saber mais sobre o filme é só clicar aqui!

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Milk

março 22, 2009

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E Jesus disse: “Amai-vos uns aos outros…”. Pelo que eu me lembre, o restante dessa frase é “assim como eu vos amei”, mas pelo visto, para algumas pessas poderia ser “desde que os outros sejam como você”. Infelizmente, o nome Dele é usado em vão para se justificar atos de preconceito, de todo o tipo (Vide o exemplo da Índia, onde os “intocáveis” são excluídos porque “Deus quis que eles nascessem assim”).

Na década de 70, um homem, gay assumido, resolveu “sair do armário” para lutar contra a perseguição aos homossexuais. Sua causa ganhou aliados e ele foi o primeiro homossexual assumido a ser eleito a um cargo público importante nos Estados Unidos. Seu nome era Harvey Milk.

No início do filme vemos imagens de policiais invandindo bares e aprisionando dezenas de homens sob uma acusação curiosa: homossexualidade. Tratados como criminosos, alguns escondiam seu rosto por vergonha, outros mostravam a cara com aquele orgulho de quem sabia não estar fazendo nada de errado.

Milk, interpretado pelo maravilhoso Sean Penn, se muda com seu namorado  para São Francisco, pra começar uma vida nova, sem esconder sua opção sexual. Indignado com o modo como os gays são tratados pela socieadade, pela polícia, pelo Estado, pelos governantes, ele se candidata ao cargo de Supervisor de São Francisco (uma espécie de vereador). O filme é narrado pelo próprio protagonista a partir de uma gravação que ele deixa ao temer ser assassinato em função da sua luta. (A gravação realmente existe e pode ser ouvida aqui).

No filme, os homossexuais são tratados como doentes, anormais, perigosos, e em uma certa passagem um personagem praticamente afirma que preferia deixar uma criança ser educada por um pedófilo do que por um gay! Mesmo que o filme seja ambientado na década de 70, esse tipo de pensamento existe até hoje. Em uma escola que trabalhei um professor foi demitido por ser homossexual (claro que deram outra razão, que não convenceu).

Podemos não concordar com o estilo de vida de uma pessoa, podemos pensar diferente, mas agir de maneira “normal” aos olhos da sociedade não nos dá o direito de excluir, maltratar ou até mesmo sermos injustos com alguém que ousou assumir sua preferência sexual.

Com excelentes atuações (não esqueçam que Sean Penn ganhou o oscar de melhor ator por esse papel) e uma história interessante, Milk é um filme que não merece apenas ser assistido, mas que sirva de alerta que precisamos reconhecer o amor em todas as suas formas e respeitar as pessoas como iguais.

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Marley e Eu

março 19, 2009

Vou confessar: não sou muito fã de bichinhos. Simpatizo, brinco, acho fofo, acho graça, mas é só. Quando criança quis ter um cachorrinho, mas como minha mãe dizia bem: eu não cuidava direito nem de mim. Tão pouco só fã de filmes com animais, confesso que acho até sem graça. Mas, me derreti pelo Marley. Primeiro porque esse filme não é como todos aqueles filmes melosos em que se baseiam do ponto de vista do bichinho e exploram suas feições engraçadinhas.

O filme, baseado no livro homônimo de John Grogan, conta a história do casal Jennifer (Aniston) e John (Owen Wilson) que adotam um cachorrinho, a princípio, para suprir a vontade de Jenni de ter filhos. Aos poucos eles descobrem que o labrador, chamado de Marley em homenagem ao Bob Marley, é o “pior cão do mundo”!

O bacana desse filme é como a história é desenvolvida. A presença de Marley (um cachorro comum, que não fala, que não é a reencarnação do pai) apenas ajuda a contar a história dessa família e os altos e baixos que ocorrem em todo o casamento, demonstrando as dificuldades e as delícias de se constituir um lar. As atuações contribuem porque passam realismo ao projeto. Nos emocionamos, conseguimos entender os conflitos e torcemos por eles.

Mesmo nunca tendo um animalzinho de estimação deu pra entender o amor que se tem por alguém que não espera mais nada de você, além de carinho.

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Cepúsculo

março 16, 2009

Primeiro vi o filme, porque ganhei cortesia, confesso que não estava com o mínimo interesse em assistir. Achei o filme fraco, a história meio bobinha, totalmente voltada ao universo teen. Sem falar nas atuações… Robert Pattinson não convence no papel do vampiro conquistador, Edward. Parece que está sempre assustado, mesmo quando tenta fazer um olhar de apaixonado.

Mas a falação em torno do livro foi tanta que finalmente li. Assim como o filme, o livro também tem uma linguagem totalmente adolescente, com diálogos bobos, mas pelo menos o romance do casal protagonista convence bem mais. Diferente do Edward do filme, no livro ele é altamente sedutor e envolvente, encantando a mocinha não apenas pela sua beleza, mas também pela sua inteligência. Não chega a ser um livro extraordinário na minha concepção, mas vale a leitura e, apesar de não ter adorado, minha curiosidade com certeza me fará ler os outros três livros da série!

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